Elocução

Desabafos de um quase-egresso...



Terça-feira, Junho 14, 2005

O texto inicial deste post foi adiado. Talvez num futuro longínquo eu o mostre, mas apenas como um desabafo de um ser humano qualquer de uma época passada.

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E por falar em amor...

Algum cara importante já disse que o amor é cura pra tudo. Ou que o amor torna tudo brilhante, agradável e vantajoso. Ou que o amor é a única loucura do sábio e a única sabedoria do tolo. Na verdade, sempre achei tudo isso muito clichê. E ainda acho. Pelo menos algumas coisas. Mas há algum tempo, há mais de um ano, tenho adorado clichês. Pelo menos nessa área. Será amor? Não. A culpa não é dele. Até porque ele não pode ser pra mim o que é pra você. É que nem Deus. Cada um imagina de uma forma. E alguns até se matam por pensar diferente. Amor é uma palavra muito pequena pra englobar tanta coisa. Quatro letrinhas só e tanto sentimento envolvido. Acho que cada pessoa devia adotar uma palavra pra si, ou inventar uma que combinasse com seu relacionamento. Pra uns "bunda" serviria perfeitamente, tanto pelo sentido quanto pelo tamanho . Já outros precisariam de algo como "refulgência", muito mais garbosa e confiável. Eu andei pensando na minha. Por sorte, a nossa querida língua portuguesa me presenteou com uma palavra grande (oito letras), com um sentido legal e que ainda rima com o nome Dela: panacéia.



E você? Qual sua palavra?


Obs.: Eu disse que tenho adorado clichês.

pensado por Claudio Mendes 3:19 AM


Sexta-feira, Junho 03, 2005

Acho que "se você quer uma coisa bem feita, faça você mesmo" é o ditado mais certo do mundo.

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"Estamos cercados de incompetentes"

pensado por Claudio Mendes 10:25 PM


Quarta-feira, Junho 01, 2005

Talvez o amanhecer inspire. Ou no mínino emocione. Não sei se sou eu e meus hábitos notívagos. Mas além de sono, sinto uma vontade a mais de viver, ou pelo menos de escrever. Dá a impressão de ter começado o dia à francesa, sem que o sol, a manhã ou os pássaros tenham me percebido. E não fosse o carro desmanchar as reservas pluviais involuntárias, talvez nem as calçadas o fizessem. Enfim, volto ao ponto de partida. Agora sozinho. Ou nem tanto. Na verdade a presença oculta me preenche tão sob medida que parece ser parte de mim, e dos outros que saem enquanto chego. Causa até lacrimejo, feito ver gente humilde. Por fim, as lembranças daquela mulher - aquela mulher, a mulher - só vêm cerejar o bolo do nascente. E a esperança do encontro vivifica os passos que terei de dar até o poente.

pensado por Claudio Mendes 7:31 AM



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